Foto: arquivo pessoal

A pandemia do coronavírus mudou a rotina dos atletas de futebol. Acostumados ao ritmo de muitos treinos e viagens, os jogadores precisaram adaptar os trabalhos. No caso de atletas empregados, as atividades passaram a ser feitas em casa, mas com amparo dos clubes. No caso de atletas ainda em busca de uma nova oportunidade, porém, a situação ficou mais difícil. Sem o suporte de um departamento de preparação física, eles dependem da colaboração de pessoas próximas.

É o caso, por exemplo, do jovem pelotense Juliano Lino, de 21 anos. Atacante com passagens pelos principais times de base de Pelotas, o jogador defendeu por último o Grêmio Esportivo Brazlândia, do Distrito Federal. Desde o fim do vínculo, porém, precisa manter a forma física por conta própria. É aí que entram os apoiadores, como a Academia Aquafit, que o auxilia no trabalho para evitar a defasagem física. “Treino duas vezes por dia. Academia e funcional. Vario bastante, fazendo uns 12 treinos por semana, para quando tudo voltar ao normal já estar com ritmo de trabalho”, comenta.

Por conta das medidas de distanciamento social, Juliano também precisa adaptar a maneira como realiza os treinos com bola. Separadamente, treina em campos da cidade para simular – dentro do possível – situações de jogo.

Com a possibilidade de retorno do futebol nos próximos meses, o jogador vem aguardando propostas para voltar a jogar. E está otimista. “Por onde passei consegui mostrar meu futebol. Acredito que em breve estarei fazendo o que mais gosto”, projeta.

Foto: arquivo pessoal

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