Arte: Rede Esportiva

Enfim, o clássico BraPel irá ocorrer. Será nesse sábado, às 15h no estádio da Avenida Bento Gonçalves.

Em um ano no qual está tudo estranho, teremos um Bra-Pel totalmente atípico: apenas as delegações e arbitragem estarão no estádio; as grandes coberturas midiáticas não ocorrerão como sempre ocorrem; os torcedores não poderão passar nem perto da Boca do Lobo… mas é BraPel.

No aspecto técnico, ele não mexe em nada na tabela: o Brasil não entra na zona de classificação e o Pelotas não sai da rabeira da tabela (salvo uma goleada improvável, que o faria apenas trocar de lugar com o São Luiz). Quanto a prioridades, Hemerson Maria foi claro: o clássico não é a principal delas, tanto que irá mandar um time de reservas ao jogo, pois, já no dia 7, pela série B, o Xavante pega o Cuiabá. Já Colbachini, após a derrota opaca contra o São José, deu a entender que pode observar alguns jogadores que não vêm tendo tanto espaço.

Venho falando com muitos torcedores dos dois lados, e em 80% dos casos, as repostas são as mesmas: não há necessidade de o jogo sair. Eles citam diversos motivos, e todos plenamente plausíveis e coerentes. Porém, jogo marcado é jogo jogado. E independente das circunstâncias, é um clássico. E ele segue arrumando e desarrumando a casa, como dizia Ibsen Pinheiro.

Ninguém vai querer perder. Bom clássico a todos.

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