Arte: Rede Esportiva

A saída de Ricardo Fonseca

Ele, Ricardo Fonseca, tem reiterado diversas vezes e para várias pessoas a decisão de sair da presidência do Brasil. Aliás, em temporadas passadas também já havia manifestado o esgotamento na função, ameaçou deixar o clube e permaneceu.

Desta vez parece mesmo estar decidido, no entanto anunciou também que, antes de sair, irá receber os valores da Copa do Brasil para quitar salários e premiações dos jogadores e contratar pelo menos três reforços.

Não acho que deveria sair. Já houve, outros momentos de turbulência que foram contornados. No entanto, se realmente houver o interesse em deixar o clube, a decisão deve ser comunicada para o clube tenha sequência e quem assumir possa implementar a própria metodologia administrativa.

Recomeço nivelado

As dificuldades iniciais do Gauchão tendem a diminuir consideravelmente no início do segundo turno para o xavante, pelo menos no aspecto físico. Além disso, a vitória diante do São José-POA na última rodada do turno e o empate que garantiu a classificação para a segunda fase da Copa do Brasil renovaram o confiança do grupo.

Embora esteja fora da zona de rebaixamento, o a situação ainda está longe de ser confortável e por isso, até alcançar o primeiro objetivo que é de permanecer na série A estadual, todo jogo será decisivo.

Na reestreia diante do Novo Hamburgo, por ser em casa, não tem como pensar em outro resultado, senão a vitória. Além da necessidade dos três pontos, trata-se de um adversário direto para fugir do rebaixamento.

Reforços para solucionar problemas

Contratar por contratar é desperdiçar o dinheiro que não tem. Os reforços que virão para sequência da temporada precisam fazer mais do que os atuais.

Embora não esteja entre as prioridades anunciadas pela direção, a falta de um atacante que saiba fazer gols é visível. Os números no Gauchão comprovam. Em cinco jogos o time marcou apenas um gol.

 

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