Foto: Rede Esportiva

Adversários difíceis e jogos decisivos

Ainda que faltem ainda cinco jogos para o encerramento da primeira fase no Gauchão, os jogos do Pelotas a partir deste domingo já ganharam caráter de decisão.

Independente da escalação do Grêmio domingo, se com reservas ou titulares, a parada será duríssima e não dá para pensar em derrota.

Se empatar, a situação na tabela não ficará boa, mas dará pelo menos mais moral para a sequência da competição. O ideal é vencer, mas pelo que tem jogado, será contrariar a lógica.

Óbvio que o Grêmio é o favorito, mas isso não significa vitória antecipada e sim condições mais favoráveis para chegar ao resultado. Para vencer, o Pelotas terá que fazer um jogo de superação.

O desafio do equilíbrio

O técnico Luiz Carlos Winck não poderá contar com o lateral esquerdo Juliano Tatto e com o meio-campo Matheus Santana, ambos suspensos.

Na lateral entra o Busanello e não fará muita diferença em termos de característica. Já no meio campo a opção deverá ser por um jogador de mais marcação o que, mesmo perdendo em qualidade técnica, poderá melhorar a proteção defensiva.

O Pelotas levou muitos gols até agora na competição e isso tem sido o principal motivo para a campanha ruim. O ataque até faz, mas dificilmente a defesa não vaza.

Uma das máximas do futebol, e que eu concordo, é que sistema defensivo bom é o bem protegido.

O grupo é o que está aí

Com o encerramento do prazo de contratações no Gauchão, não dá mais para ficar lamentando quem não veio o a necessidade de mais qualidade no elenco. O grupo será esse até o final e agora é fazer do limão, ou dos limões, a limonada. Agora é lutar pela permanência na Série A Gaúcha e depois reestruturar para a Série D, se quiser realmente chegar no acesso.

 

Deixe uma resposta