Arte: Rede Esportiva

Vale mais que o resultado técnico

Evidente que passar de fase na Copa do Brasil, tecnicamente, também é importante, mas pelo tamanho financeiro atual da competição, o que se arrecada a cada fase é um atrativo muito maior.

A crise financeira não é um “privilégio” do Brasil, mas, por todas circunstâncias já conhecidas como dívidas passadas, reconstrução do estádio e equívocos recentes de gestão, a necessidade de buscar novas receitas é imediata.

Ainda que o número de sócios do xavante esteja acima da média para clubes do seu tamanho, a direção bate sempre na mesma tecla de que, somente com mais sócios o clube poderá se viabilizar.

A curto prazo não acredito em um acréscimo muito significativo no quadro social e, desta forma, para suprir as demandas, a direção precisa captar recursos de outras formas e os resultados de campo precisam favorecer.

Alívio pelo resultado, mas ainda com produção insatisfatória

A vitória diante do São José-POA no último sábado foi gigante e, mesmo que esteja no limite, deixou o Xavante fora da zona do rebaixamento. Mas a atuação ainda está muito abaixo do esperado.

Ao longo do primeiro turno o Brasil até criou oportunidades para marcar, mas na maioria dos jogos foi envolvido pelos adversários e os goleiros foram os principais jogadores da equipe. Tanto Rafael Martins que iniciou quanto Matheus Nogueira que assumiu a posição, salvaram o time de resultados ainda piores.

O momento é de virar a chave e pensar na Copa do Brasil, mas a apresentação precisará melhorar muito para avançar na competição e ter mais tranquilidade no Gauchão e também financeiramente.

Adversário complicado

O Rede Esportiva buscou informações importantes sobre o adversário rubro-negro na primeira fase da Copa do Brasil. Evidente que é preciso descontar o nível técnico do campeonato Candango, mas os números na atual temporada do Gama são excelentes. Todo cuidado é pouco, já que, em apenas quatro jogos, a equipe mantém 100% de aproveitamento e marcou 19 gols.

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