Arte: Rede Esportiva

O Brasil vai para o quinto ano consecutivo na Série B do Campeonato Brasileiro. Neste período melhorou a área administrativa, está reconstruindo as arquibancadas e solidifica cada vez mais a base. No entanto, de acordo com o presidente Ricardo Fonseca, a cada ano na competição nacional a dívida do clube aumenta.

A permanência na Série B representa uma arrecadação que o clube jamais teve. Além da cota da competição nacional, o clube recebe mais do Gauchão, de patrocinadores e, mesmo que seja considerado insuficiente pela direção, tem um número expressivo de associados.

A dificuldade financeira representou, neste ano, protestos dos jogadores em função de salários atrasados, mas ainda não refletiu em campo. O grupo de jogadores, mesmo sem receber em dia, demostrou muito profissionalismo e garantiu mais uma vez a permanência.

É hora de buscar soluções

Os problemas todos conhecem. O momento é de buscar soluções. Que o Brasil arrecada menos do que gasta e que ainda tem muitas dívidas passadas, todo mundo sabe. Mas é preciso buscar soluções para, no mínimo, estancar o problema.

Ou a direção busca uma arrecadação maior, ou então precisará adaptar os custos em cima do que tem atualmente de receita.

Sabe-se que não é fácil, mas compete a quem assumiu a responsabilidade de gerir o clube buscar a solução.

Base organizada e planejada

Na última semana a direção xavante apresentou o modelo de gestão das categorias de base. Com transparência, divulgou o alto custo que tem para a manutenção: em torno de R$ 900 mil por ano. Valor elevado que, no entanto, representa um importante investimento para o futuro.

Com menos de três anos de retomada da base, o clube já conseguiu um título estadual (Copa Sub-19 do ano passado), chegou à final do Gauchão Sub-17 deste ano e vai disputar a Copa do Brasil da categoria no ano que vem. Além disso, o que é mais importante, já tem jogadores emprestados para clubes maiores e outros sendo utilizados no grupo profissional.

Deixe uma resposta