Arte: Rede Esportiva

A escolha da direção áureo-cerúlea por Felipe Endres demonstra uma convicção de perfil para o cargo. Desde a Copinha de 2017 as escolhas foram por profissionais jovens e com conceitos modernos. A exceção foi Paulo Porto, que chegou na reta final de preparação para a campanha que levou ao acesso e ficou até a eliminação para o Real, na Copinha do ano passado.

Felipe foi da base do Grêmio e do Juventude, foi auxiliar de Roger Machado e, no Gauchão deste ano, foi auxiliar de Gavilán no próprio Pelotas. No Lobo iniciou com espaço, mas pela maneira mais centralizadora do paraguaio encerrou menos atuante.

Oportunidade valiosa para o profissional
Até o momento, as oportunidades que Endres teve não foram de protagonismo. Embora tenham sido em clubes de boa estrutura, foram em equipes de transição ou como auxiliar.

Como técnico do Pelotas, ainda que seja na Copinha, será a sua grande oportunidade de provar que tem capacidade.

Além do trabalho técnico, precisará do conhecimento de mercado para indicações que possam dar uma boa resposta, sendo compatível com os recursos disponibilizados pelo clube.

A nova formatação no futebol áureo-cerúleo
Desde o encerramento do Gauchão o presidente Gilmar Schneider realizou diversas reuniões para ampliar o número de participantes na diretoria. A quantidade aumentou e, no futebol, foi estabelecido um novo organograma. Liderado pelo presidente, o departamento terá Gabriel Ribeiro como vice mais atuante. O diretor executivo também terá participação importante, com Rafael Farias, o auxiliar e analista de desempenho Mateus Gonçalves e o supervisor Roger Bauer também participando das reuniões.

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