No final das contas o ano xavante está encerrando muito melhor do que se imaginava.

Depois de um Gauchão muito ruim, que só teve comemoração pela vitória no clássico e a permanência na Série A, e o péssimo começo na Série B, o rubro-negro se equilibrou com a chegada de Bolívar e, mesmo não jogando bem, garantiu com folga a permanência na B Nacional, vai jogar a Copa do Brasil e ainda fortaleceu muito as categorias de base.

O maior problema ainda é o financeiro. Dos cinco anos na Série B, este foi o mais conturbado em termos salariais. Houve protesto por parte dos jogadores e a crise financeira foi exposta em várias oportunidades.

Ainda que tivessem manifestado publicamente o descontentamento pelos atrasos, normal para qualquer trabalhador, o grupo de jogadores demostrou sempre alto nível de profissionalismo e jamais deixou-se afetar dentro de campo.

O time apresentou limitações técnicas, mas nunca deixou de ser competitivo e equilibrou jogos contra equipes superiores.


Permanência de Bolívar
A permanência de Bolívar no comando técnico é boa para o para o Brasil e também para o profissional.

Ele chegou num momento difícil, teve que administrar atrasos salarias e conseguiu conduzir o time ao objetivo principal que foi a permanência na Série B.

Bolívar ainda é novo na função de técnico, ainda precisa amadurecer, mas tem liderança, vontade de crescer e também valorizou a base do clube.

A continuidade representa também uma manutenção de trabalho, sem mudanças drásticas como no ano passado, que acabaram aumentando a dificuldade no Gauchão.

Taça São Paulo de Futebol Júnior coloca a base no cenário nacional

Se o ano profissional encerrou acima da expectativa, a base teve um ano espetacular. Chegou ao vice-campeonato gaúcho sub-17 que deu a vaga na Copa do Brasil. Conquistou títulos regionais em várias categorias e também foi bem no estadual sub-20 e copa sub-19.

Além disso, o garoto Cristian virou uma excelente opção para o grupo principal e a cereja do bolo será a disputa da Taça São Paulo de Futebol Júnior.

O trabalho da base está indo muito bem. O presidente reitera a necessidade de permanecer na Série B para a manutenção do projeto, mas até aqui os profissionais que coordenam o projeto realizam um baita trabalho.

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