Arte: Rede Esportiva

Gestão de crise

Mais do que qualquer erro de gestão, no futebol a cobrança vem sempre mais forte em cima dos resultados. Evidente que, melhor estruturado administrativamente, as possibilidades de funcionar dentro de campo aumentam.

O problema maior é quando os dois problemas se somam. Ausência de resultados positivos e dificuldades administrativas. A soma tende a levar ao círculo vicioso, com um lado aumentando a crise do outro.

Nesta semana um grupo de torcedores foi ao Bento Freitas para protestar e cobrar melhor desempenho dentro de campo e cobrar também da direção atitude para qualificar a equipe, além de pedir a saída do executivo Edu Pesce.

Talvez esse seja o momento de maior dificuldade para o presidente Ricardo Fonseca, deste que assumiu o clube.

O momento é corrigir o rumo, principalmente fora de campo, para que tudo que foi construído dentro nos últimos anos, não seja colocado fora.

Renovação necessária

Quem me acompanha sabe que sou a favor da alternância de poder e da renovação de ideias. Acho que o ciclo, muito vencedor diga-se de passagem, do presidente Ricardo Fonseca está esgotado.

O problema maior é a maneira que será feita a transição. A ruptura total com o atual modelo de gestão, inclusive com a saída de Edu Pesce, o principal pilar da direção atual, pode representar um retrocesso.

Começar do zero pode custar caro dentro de campo.

Acho que mudanças devem ocorrer, mas de maneira gradativa para não gerar instabilidade no clube.

Negociação do Fabrício

Embora alguns torcedores ainda entendam que o Brasil está recebendo pouco na negociação do atacante Fabrício com o Grêmio, eu considero mais uma vitória para a base xavante.

Além de vir um valor razoável, o clube ainda ficará com 50% numa negociação futura.

O tempo de retorno da base ainda curto e os frutos, tanto em resultados quanto em negócios, estão sendo muito interessantes.

 

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