Arte: Rede Esportiva

Vexame e preocupação

Logo na chegada de Luiz Carlos Winck, mesmo praticamente sem treinar, o Pelotas conseguiu a primeira e única até agora, vitória no Gauchão e diante do Juventude, equipe do interior que mais investiu para a competição.

Embora a equipe da Serra não tivesse com força máxima, a vitória deu uma ideia de que a partir dali o Pelotas pudesse mudar o rumo da campanha apenas para fugir do rebaixamento. Mas, na sequência, fora de casa, ressuscitou o São Luiz que só havia conquistado um ponto na competição e, além de perder por 4 a 2, foi dominado pelo adversário e cometeu erros defensivos imperdoáveis.

Os números comprovam a fragilidade defensiva da equipe. Até agora, em cinco jogos, o áureo-cerúleo já sofreu 10 gols e, também em função disso, está na zona do rebaixamento, já que tem a mesma pontuação de Brasil e São Luiz, mas com saldo inferior.

Mudança de postura é fundamental

Independente do modelo de jogo, se é mais ou menos ofensivo, todos buscam o equilíbrio. Ou seja, correr poucos riscos defensivos e criar situações para marcar gols.

Na frente os números do Pelotas não são tão ruins. Em cinco jogos marcou sete gols. Porém, além dos 10 gols que sofreu, ainda deu espaços para muitas outras situações aos adversários, fazendo do goleiro Douglas Silva sempre protagonista.

Para que tenha mais compactação, principalmente o meio-campo precisará de mudanças. Defesa boa, é defesa bem protegida e a do Pelotas está longe disso.

Futsal mais forte em 2020

Com o anúncio da parceria do clube com a G12, empresa do ex-goleiro melhor do mundo Gustavo Paradeda e também da Porto 5, o futsal do Pelotas, que já foi bem em 2019, virá ainda mais forte.

Méritos do trabalho bem realizado e do bom relacionamento de Marcelo Ávila, o Chamega, que voltou à diretoria do clube.

O próximo passo será para fortalecer a base através de parceiros que possam investir no clube.

 

Deixe uma resposta