Arte: Rede Esportiva

Mudança necessária

Depois de conquistar a Copa Seu Verardi e elevar a autoestima do grupo, o técnico Antônio Picoli, perdeu o grupo ou a paciência com o grupo. As fortes declarações apontando dificuldades individuais e lamentando o pouco tempo para montagem do elenco, certamente trouxeram ainda mais dificuldades para o trabalho.

Além dos resultados adversos, o rendimento da equipe caiu muito no Gauchão.

Nas três primeiras rodadas o time até teve organização, mas quase nada de intensidade. O time parecia já sem força e o fato novo com a troca de técnico sempre dá uma motivada, principalmente nos jogadores que estão sendo pouco aproveitados.

A terceira passagem de Winck

O plano de carreira do técnico Luiz Carlos Winck estagnou. Após algumas boas campanhas regionais, a intensão era de já ter ganho projeção nacional, mas nas poucas oportunidades que teve, não conseguiu corresponder.

No Pelotas também ficou abaixo do esperado. Ainda que tenha tido alguns bons momentos, não alcançou os objetivos traçados.

Assim como antecessor, Antônio Picoli, Winck também adota um discurso forte, sem poupar muito os jogadores. Essa pratica funciona com alguns, mas afunda outros.

A arrancada no trabalho pode ser decisiva para definir aonde vai chegar. Se vencer ao Juventude, remobiliza, mas um novo fracasso pode aumentar, e muito, a pressão mesmo sendo o seu primeiro jogo no comando da equipe.

Lições do acidente

O acidente envolvendo o ônibus com torcedores do Pelotas que acompanharam a equipe em Erechim, poderia ter sido uma tragédia. Algumas vítimas ainda necessitam de cuidados, mas, felizmente não houve óbitos.

A rápida mobilização dos órgãos de segurança responsáveis pelo resgate e a solidariedade das pessoas amenizaram a dor dos envolvidos e dos familiares.

Muitos clubes se manifestaram como forma de apoio e, principalmente, a rivalidade Bra-Pel foi deixada de lado, em função da valorização humana.

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