Imagem: Rede Esportiva

Invariavelmente, vemos oscilações nos mais diversos níveis e equipes do nosso futebol. E aqui, na Capital Nacional do Doce, não é diferente. Pelotas e Brasil, cada um na sua, têm enfrentado esses problemas. E vamos combinar: independentemente do grau de satisfação com o trabalho apresentado até aqui, por vermelhos e amarelos, não podemos nos dar ao luxo de tanto.

No Brasil, apesar da melhora significativa que os comandados de Hemerson Maria apresentaram, ainda vemos questões de difícil entendimento. Oscilar é perfeitamente normal, porém o Brasil não chega a um meio termo. Por vezes vemos um Brasil coeso, firme e que jogou de igual para igual com os principais times da competição.

Em compensação, em partidas como contra o Confiança há algo urgente a ser resolvido: a queda brusca de rendimento dentro da mesma partida. Credito isso, muito possivelmente, às convicções de HM quando não tem o placar desfavorável, principalmente. Ele abre mão do jogo muito cedo. É preciso achar um meio termo.

Na Avenida não é diferente, porém os motivos são outros. Colbachini inegavelmente é um técnico promissor, todavia, como boa parte dos técnicos, agarra-se em ideias que claramente não dão, não deram e não darão resultado. Sinceramente, com um grupo exíguo e que em alguns setores grita por falta de qualidade, não sei até que ponto são interessantes as adaptações feitas no time titular. Não tomem isso por aversão ao futebol moderno, mas, talvez, como pragmatismo. Às vezes, simplificar pode ser um “corte de caminho” interessante. Pois, se na pontuação os números são aceitáveis, o Pelotas precisa começar a mostrar uma sequência de atuações coesas, com começo, meio e fim. O acesso para a Série C é dificílimo, e quem quer subir tem que mostrar um padrão aceitável de atuações, e não apenas lampejos, que duram poucos minutos.

Dos dois lados da cidade é de total importância chegar logo, pelo menos, próximo do equilíbrio.

Aguardemos.

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