Arte: Rede Esportiva

Não é raro sermos vítimas ou testemunhas de injustiças. Eu, um eterno inconformado com elas, não consigo entender quando as sofro, e, quando vejo outras pessoas sofrendo com elas, tomo a dor para mim.

A injustiça acaba, muitas vezes, sendo relacionada à paixão. Inclusive, no esporte mais passional que existe: o futebol.

Aqui na aldeia, tivemos inúmeros exemplos de injustiça nesses mais de 100 anos em que a bola rola na capital nacional do doce. Lembro que gostar ou não gostar é diferente de cometer injustiças. Pois, nas injustiças, tudo de positivo é esquecido e o “negativo” é supervalorizado. E, nesses casos, as pessoas assumem o papel de juiz que acha que sabe de tudo do caso, mas na verdade não sabe.

Recentemente, tivemos presidentes sofrendo com isso: Italo Gomes, Gilmar Schneider e Ricardo Fonseca. Todos erraram muito, pois somos inerentes ao erro. Uns mais, outros menos. Porém, independentemente do tamanho desses erros, eles ouviram impropérios, ameaças de todo o tipo e o presidente Gilmar foi até agredido. O que é inadmissível. Eles não foram os únicos, mas fico nesse trio para exemplificar. Todos conhecemos os serviços prestados por eles à dupla Bra-Pel, e é inegável que eles sofrem – ou sofreram – injustiças, pois eles têm muito mais serviços prestados de maneira positiva do que negativa. Bola para frente.

Desafio
Hemerson Maria e Ricardo Colbachini apresentaram boas performances e ideias de jogo interessantes anteriormente. Entram em fogo cruzado na Dupla, em meio a um período atípico e na pressão de sempre. Que consigam entregar aqui o que já mostraram anteriormente.

Reforços
O Brasil já tem uma base pronta e contratará até seis nomes. O Pelotas vai refazer seu grupo para a apresentação que será em 6 de julho. O cuidado para o não vazamento de nomes é muito grande, pois a disputa do mercado é grande.

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