Arte: Rede Esportiva

Acompanhei atentamente a entrevista do presidente Ricardo Fonseca para a Radio Universidade no final da tarde desta segunda-feira (1º). Falando sobre o cotidiano do clube em tempos de pandemia, por óbvio que o principal tema foi o planejamento para o resto da temporada. E, como de costume, o presidente deixou bem claro seu pensamento para a Série B.

O mundo mudou e vai mudar ainda mais. O futebol, então, nem se fala. Ricardinho acredita, e eu também, em uma equidade em vários aspectos no recomeço do futebol. Ele ressaltou: “Será um campeonato diferente. Como vai estar todo mundo muito igual, qualquer um pode subir perfeitamente, como pode cair também.” Concordo em partes com o presidente.

Acredito no equilíbrio rotineiro daquela parcela de 60% a 70% dos clubes da competição. Sigo achando que teremos um equilíbrio muito grande nos jogos da Série B, com tudo aquilo que já estamos mais do que acostumados a ver, e acho, sim, que será perfeitamente possível manter-se na B. Principalmente pelo otimismo colocado em cima do trabalho do novo comandante Hemerson Maria, que Ricardinho espera que tenha uma longa estadia na Baixada. Porém, não dá para arrancar mal. Como Rogério Zimmermann sempre falava, não dá para perder o pelotão do meio da tabela de vista, pois aí a coisa pode complicar. Buscar a vaga na Série A pode ser menos complicado, mas ainda não é muito fácil, tendo em vista que, mesmo em tempos de crise, existem cinco ou seis clubes com poder de investimento bem maiores que o do Brasil.

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