Imagem: Rede Esportiva

A partida entre Brasil e Vila Nova literalmente entrou para a história. Ela será lembrada pela partida que começou na sexta e acabou no sábado. Este colunista, com mais de 10 de anos de reportagem, não lembra de ter passado por um jogo assim. A partida, interrompida por falta de energia elétrica nos arredores do Bento Freitas, aos 46 minutos da primeira etapa, estava favorável ao Vila, que vencia por 2×1. No sábado, com gol de Erison(que já havia feito na sexta), o Xavante conseguiu o empate.

A parte da sexta-feira teve o Vila melhor, abrindo o marcador e tendo mais posse de bola. Porém, ao contrário de outras partidas, os comandados de Jerson Testoni conseguiram ser competitivos à ponto de de equiparar as ações do adversário e produzir para ter melhor sorte no marcador. Tanto que o teve, quando empatou com Erison. O camisa nove, aliás, já deve ter sua situação – obrigatoriamente – encaminhada por parte do Brasil. O XV de Piracicaba, clube que detém o passe do jogador, pode não querer renovar o empréstimo, mas o Brasil, independente de quem seja o presidente, precisa já ter procurado. Ainda no primeiro tempo, antes da falta aos 46 minutos, que não foi cobrada por falta de energia, teve o Vila fazendo 2×1.

A interrupção se deu a partir do momento que a energia elétrica faltou nos arredores da Baixada, e o árbitro cumpriu os protocolos – palavra mais do que na moda – que diz o regulamento geral de competições da CBF: esperar trinta minutos, e, se preciso, mais trinta. E foi preciso. Porém, o árbitro Thaigo Luis Scarascati não teve outra opção, senão convocar as duas equipes para voltarem ao campo de jogo no dia seguinte, às 15h. Isto feito, Jerson Testoni tomou duas providências: a primeira foi tirar Oliveira – que fez um gol contra no primeiro dia/primeiro tempo – e colocar Vidal, e adiantar a postura do Brasil, que correu riscos, mas teve chances e inclusive conseguiu empatar, novamente com Erison.

O resultado pouco importou na conjuntura, pois a distância do Brasil para a Ponte Preta, primeiro clube fora da zona de rebaixamento, segue alto: quatorze pontos. Porém, sinceramente, pela mudança de espírito e pelo – pouco mais – visto, não é proibido dizer que o Brasil poderia ter tido melhor sorte. E nem falo pelo coletivo, que ainda segue como quase nada, mas pela entrega e os bons rendimentos de Marcelo, Bruno Matias e Erison. Por mais incrível que possa parecer, achei o empate amargo para os Xavantes.

MERECE PALPITE
Hoje à noite, pelo Brasileirão, São Paulo e Cotinthians enfrnetam-se pelo encerramento da rodada na Série A. O Corinthians é amplamente favorito, porém, trata-se de um clássico, e o adversário tem técnico novo, o que todos sabemos que vale a máxima da “vassoura nova que varre bem”. Por isso, uma boa aposta é a do ambos marcam, que, na kto.com, tem odd de 2.20.


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