Arte: Rede Esportiva

No livro “O oitavo dia”, de Leticia Wierzchowski e Nelson Sirotsky, que fala sobre a trajetória do ex-presidente do Grupo RBS, li, e fiquei admirado, pela capacidade de (re)começar ciclos do executivo. Ousando, ele peitou o próprio pai – e maior homem de comunicação do Estado, Maurício Sirotsky – e conseguiu, em estratégia ousada, ser líder inconteste no rádio esportivo gaúcho. É nesse recomeçar que me encho de alegria com a volta ao Rede, oito anos após passar por este mesmo espaço, mas como repórter, que cobria o dia a dia do nosso trio.

Vivemos dias atípicos, muito difíceis, mas que não fazem que sejamos impedidos de informar. Por mais que este colunista seja peremptoriamente contrário à volta do futebol antes de setembro, vivemos outra realidade: os treinos voltam em julho, e o Gauchão em agosto. E que essa volta seja segura e de melhor sorte para nossa Dupla.

Brasil e Pelotas erraram muito na montagem de seus grupos para o Gauchão deste ano. Tanto é que, na parada, o Lobo ficou em penúltimo e o Xavante três pontos acima. Por isso, a importância de não errar para esse “pedaço final” de primeira fase é fundamental.

Desejo ao Brasil, que irá contratar pouco, que seja preciso em titulares para acabar a fase em boa posição. Ao Lobo, que terá de refazer seu grupo, que seja competente em melhorar consideravelmente em relação ao que tinha até a parada. Acho que considerar sobre o Brasileiro das séries B e D, agora, seja inoportuno, mas o que será feito neste momento pode ser refletido no que espera xavantes e áureo-cerúleos logo ali. Toda atenção é pouca.

Aguardemos o que vem por aí, pois, sem dúvida nenhuma, a reta final do Gauchão será uma perspectiva do que vem após o estadual.

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