Foto: Victor Lannes / Rede Esportiva

Nesta segunda (5), o capitão da equipe áureo-cerúlea no primeiro teste deste elenco que chegou para a disputa da Copa Seu Verardi, Thiago Costa, conversou com a imprensa na Boca do Lobo. O zagueiro repercutiu o amistoso e falou sobre o próximo teste.

No domingo, o Pelotas enfrentou o Grêmio Lourenciano em São Lourenço do Sul. A partida terminou com a vitória do Lobo por 1 a 0: “A gente sabia que seria um jogo complicado. Time amador é um time que não se posta em campo e acaba movimentando errado. A gente sabia também que o campo era um pouco ruim. Ficou um lodo que complicou muito nosso trabalho durante o jogo”, comentou.

Embora a vitória tenha sido por um placar pequeno, o zagueiro exaltou o trabalho executado pela equipe: “Criamos bastante, não resumimos em gol, mas o que o Felipe (Endres) quis que fizéssemos a gente acabou fazendo, quem acompanhou o jogo viu. Nossa equipe é leve em movimentação e toque de bola, coisa que não tinha como fazer naquele campo”, avaliou.

Escolhido como o capitão para esse primeiro jogo da equipe, Thiago comentou sobre sua atuação no amistoso: “Marcação forte, sempre atento, conversando bastante com a equipe. É isso que o professor Felipe pede a todos. A equipe é assim, não tem um capitão, tem vários capitães dentro de campo. Não é porque eu estou com a faixa que vou ser o principal. O que eu cobro também vou ser cobrado e vice-versa”, falou.

Thiago fez dupla com o zagueiro Negretti, autor do gol, na defesa áureo-cerúlea, mas futuramente, poderemos vê-lo e outras posições também: “Eu trabalhei em 2010 com o Felipe como zagueiro, então ele me conhece nessa posição. Ultimamente eu vinha jogando como volante. São posições distintas, eu gosto um pouco mais de trabalhar de volante porque vinha trabalhando assim. Mas como o Felipe quer que eu seja o zagueiro, até na lateral não tem problema”, contou.

O próximo teste do Pelotas antes da estreia na Seu Verardi será na quarta, contra o São José: “É jogo bom. Jogo difícil é que o time cresce. A gente sabe das dificuldades até do campo, sintético, é outro tipo de jogo, a gente sabe da dificuldade da perna pesada da viagem. Mas isso não é desculpa, tem que chegar lá e botar o futebol, botar o que está trabalhando. É uma equipe forte que vai dar bastante dificuldade, e é isso que a gente espera, queremos trabalhar sob dificuldade”, analisou.

Arte: Rede Esportiva

 

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