Arte: Rede Esportiva

Desde o ano passado a obstinação maior da direção áureo-cerúlea é por uma vaga em competição nacional e, contando também com um pouco de sorte nos sorteios, alcançou antecipadamente através da classificação para as semifinais da Copa Seu Verardi.

Claro que ainda vai lutar para chegar ao título da competição, porém o desafio agora passa a ser de já buscar recursos financeiros para formar um time competitivo para o ano inteiro de 2020.

Embora a fórmula da Série D tenha melhorado em termos de calendário, aumentando de seis para 14 o mínimo de partidas para cada equipe, ainda é uma competição que precisa de muita força, principalmente nos confrontos de mata-mata.

Segundo semestre não é parâmetro técnico

Ainda que uma base mantida possa representar vantagem para a disputa do Gauchão, é preciso ter muito cuidado para não se iludir com os resultados da copinha.

Até chegar na semifinal, o Pelotas não enfrentou nenhuma equipe de primeira divisão e ainda assim, em determinados momentos, passou por dificuldades.

A troca de técnico deu mais personalidade à equipe, no entanto, também considerando que a Série D inicia em maio e o campeonato gaúcho é curto, os reforços que virão, devem ser em nível de titularidade e, no mínimo, cinco.

A hora da torcida

O segundo semestre acaba sendo esvaziado pela própria Federação Gaúcha que permite a participação de equipes semiamadoras na copinha.

É difícil motivar o torcedor para confrontos diante de equipes como 12 Horas e União Harmonia. Mas agora, com a direção e o grupo tendo cumprido com o seu papel, recolocando o clube no cenário nacional, a torcida precisa respaldar o trabalho.

O apelo é quase sempre o mesmo e a responsabilidade é sempre da torcida. Mas para o clube crescer não resta outra alternativa senão através de uma participação efetiva de sócios e ou receita forte de bilheteria.

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