Imagem: Rede Esportiva

Quis o destino que, exatamente no dia 20 de abril, data que marca os 108 anos do clássico Bra-Pel, a vida me reservasse voltar a ser titular deste espaço, aqui no Rede. Sempre ouvi, e até concordo, que sou bom de recomeços. Acho que tenho mais ânimo que o habitual quando me deparo com o novo. E voltar ao Rede Esportiva me deixou assim: animado, agradecido e bastante honrado, não só com a volta, mas com a responsabilidade de, junto da coluna, trazer a marca do principal site de apostas nos tempos atuais: a KTO.com.

Falando um pouco de bola, nesta segunda-feira (19) não se viu muita qualidade, mas, por questões diversas, foi um jogo movimentado. O Pelotas, enforcado pela tabela, precisava vencer o São José, e até começou bem, jogando razoavelmente para isso. Porém, depois de pouco tempo, voltou ao nível habitual, e foi para o vestiário perdendo, após tomar um gol no fim do primeiro tempo, após uma sucessão de erros: a falta desnecessária cometida por Marcelo, a rebatida para frente de Gabriel Leite e a liberdade dada a Lissandro para marcar.

Na etapa final, viu-se alguma melhora por parte do Pelotas. Talvez a ocasião faça o ladrão, ou Jaques tenha conseguido mudar algo, mas o Lobo melhorou a partir dos 20 minutos. E mesmo que tenha sido com mais transpiração do que inspiração, o time da Avenida melhorou e atacou bastante. Com todos os bates e rebates, aos quarenta e muitos a bola sobrou para Marcão – sempre ele, o “velhinho” que corre mais que os jovens – que mandou para as redes. A zaga do São José tirou parcialmente, e o circo foi armado. Gol? Impossível saber sem o VAR. Mas o mais inacreditável foi que, mesmo mal posicionado, Douglas Silva levou muito tempo para se definir, e nesse meio tempo, o jogo parou por longos minutos. A bagunça só foi desfeita quando o quarto árbitro chegou até ele, que demonstrou insegurança todo o jogo, e confirmou o gol. Com muito custo, recomeçou o jogo. O placar ficou igual, e o que mais me assustou foi que, até chegar a blitz final, os jogadores do Pelotas não pareciam entender a gravidade da situação e importância do jogo. Demora para bater tiro de meta, pouca pressa para arremessos laterais e escanteios… esse é outro problema do Pelotas. A falta de competitividade. O que passa é sempre que esse grupo parece estar alheio ao jogo.

O que passa, a partir de agora, é que a realidade é dura: não basta ter que “apenas” jogar o que ainda não foi apresentado para bater o Caxias na Boca. Será preciso secar os adversários diretos, para, quem sabe, fugir da degola. Difícil? Muito. Mas não impossível. O futebol dá essa chance, por mais que as probabilidades sejam ínfimas. O quadro nunca esteve tão delicado.

MERECE PALPITE

Nesta terça é dia de estreia do Inter na Libertadores, e o adversário é o boliviano Always Ready, que mandará a partida na altitude de La Paz, onde sempre é uma encrenca jogar. Porém, em intertemporada aqui no país, o adversário colorado perdeu para times como o Atibaia e a Portuguesa Santista, vencendo apenas times sub-20. E a KTO.com está com odd bastante interessante na vitória do colorado. Vale investimento. Te cadastra e aposta lá!

Deixe uma resposta