Imagem: Rede Esportiva

Depois de um recomeço turbulento, o Brasil já acumula uma sequência importante de bons resultados na Série B com duas vitórias em casa e um empate fora, diante e equipes que devem brigar pelo acesso.

Embora os resultados e as atuações no início da competição nacional estivessem abaixo do esperado, era prudente dar mais tempo ao técnico Hemerson Maria e ao novo grupo que foi formado.

As opções por formações demasiadamente defensivas nas primeiras partidas foram justificadas na escassez de jogadores no elenco e, com a sequência dos jogos e o acréscimo dos reforços, a tese ganhou sustentação com a evolução da equipe, não só em resultados, mas também em equilíbrio.

Acréscimos técnicos e evolução
As contratações realizadas pelo Brasil, após a chegada da nova comissão técnica fogem do convencional e apresentam bons resultados.

Bruno Mathias no meio-campo, e Matheus Oliveira e Danilo Gomes, no ataque, são acréscimos de juventude com qualidade e, mesmo com pouca idade, já com experiência em jogos importantes.

Além disso, o volante Sousa, que já está há mais tempo no clube, com a sequência de jogos, cresceu muito de produção. Confesso que tinha dúvida em relação à capacidade do volante em ser titular, mas as últimas atuações não só garantem essa condição como também fazem com que seja um dos principais nomes da equipe. O time ainda joga com menos posse, mas a grande diferença é a capacidade ofensiva em velocidade quando recupera a bola.

Chapa única na eleição
As correntes que divergiam em pensamentos na eleição do Conselho Deliberativo xavante optaram agora pela aliança e composição de chapa única para substituir Ricardo Fonseca.

A nominata é grande e, além do presidente Nilton Pinheiro, mescla nomes já bastante conhecidos da torcida como o vice de futebol Claudio Montanelli e o vice de finanças Carlos Renato Moreira, com nomes mais novos que já atuam nos bastidores do clube, mas que passarão a ter mais protagonismo a partir de agora como Giovani Peres e Marcelo Menegotto no futebol, Eduardo Szechir no jurídico e Carlos Moncks no administrativo.

A nova composição ainda terá o retorno de Jorge Moro à direção das categorias de base e André Guerreiro ao departamento de futebol.

A ideia de unir forças é válida desde que as funções sejam bem definidas e respeitadas, sem excesso de vaidade.

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