Imagem: Rede Esportiva

Amanhã começa a era Cléber Gaúcho no Brasil. E ela só vai ter início pelo fato de o trabalho anterior ser muito ruim no que diz respeito à resultados. Como Cláudio Tencati e Fernando Leite eram avessos à jogadores acostumados com o futebol gaúcho, no qual é o que culturalmente é parecido com o que sempre deu certo ao Brasil, a famosa, surrada e tão falada, ruptura de conceito não deu certo. Os dois profissionais apostaram muito em jogadores jovens e, em alguns casos, sem qualidade. Mesmo alertados, mantiveram sua convicção, e, respaldados pelo presidente Nilton, acabaram vendo o Brasil se fixar em uma zona desagradável da tabela.
Pelos motivos acima expostos, o Brasil optou pela tática de reconstrução, através da volta da identidade. Chegaram Hélio Vieira como coordenador técnico, e Cléber Gaúcho para ser o comandante. É indispensável falar da representatividade desses dois dentro do clube, e, a partir disso, o Brasil vai voltar a tentar ser competitivo, e, acima de tudo, começar a pontuar na competição.

Confesso que tenho bastante curiosidade para ver como será o Brasil de Cléber Gaúcho. Pelo o que li e ouvi, a tendência é de que tenhamos um time competitivo, de força física e velocidade. Com essa dupla, tenho certeza de boa gestão de vestiário, e com a tomada de medidas necessárias para que a situação seja aos poucos amenizada.

Porém, vamos aos fatos: estes poucos jogos que restam de primeiro turno são de fundamental importância. É impensável começar o returno sem pontuar nos jogos que faltam para encerrar a primeira metade da competição. Nos jogos contra Guarani, Coritiba, Botafogo e CSA, o Brasil precisa pontuar. Não há outra opção. E isso já passa pelo jogo de amanhã.
Historicamente, o Brasil tem tido mais sorte do que azar contra o Bugre. Isso sempre se deu pelo fato de, nas partidas, o Brasil sempre ter sido muito competitivo. Amanhã será dia de lutar, de correr o dobro e de não complicar.

A partir de amanhã, espero ver um Brasil acertadinho taticamente, sem invencionismos e peleando muito. Em português claro, se fizer um feijão com arroz, Cléber pode acertar a mão. Pois, por mais que seja um prato simples, o feijão com arroz, bem temperado – com muita marcação, transições em velocidade, sendo eficiente na bola aérea e efetivo na frente – pode virar um banquete, para quem vem passando fome de vitórias. Sorte ao Cléber e ao Brasil.

MERECE PALPITE

Amanhã tem México e Japão, na disputa do bronze do torneiro de futebol masculino nas Olimpíadas, e por mais que os donos da casa tenham segurado heroicamente a Espanha até a prorrogação na semi final, não devem ser páreo aos Mexicanos, que são mais time e tem odd 2.66 na kto.com


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