Imagem: Rede Esportiva

Após um campeonato gaúcho onde jogou para o gasto, apenas para se manter na elite – e conseguir atingir a meta – todo e qualquer torcedor Xavante, ou mesmo um simples gaiato que visse uma partida do clube no estadual, sabia do quão urgente é fazer com que o Brasil passe por uma transformação profunda na competição prioritária para o clube na temporada, assim como já vem sendo nos últimos anos.

E em 2021 ainda existe um outro “porém”: a tendência é muito forte que esta seja a mais disputada das últimas edições do Brasileirão da série B. Entre tantos motivos para isso, cita-se a presença de 5 campeões brasileiros. Não será fácil, e o Brasil sabe disso.

Tencatti já conhece a aldeia, e, mais ainda, a competição que vem pela frente. Por isso, ele e o departamento de futebol do clube, chefiado por Cláudio Montanelli, trabalham incessantemente para buscar alternativas ao plantel bem melhores das que chegaram no primeiro semestre.

E essas peças virão. Montanelli é um dirigente histórico no Brasil: já passou por diversos momentos pelo clube, e inclusive por algumas edições da série B. Ele é muito ciente da situação, e personificando nele, tenho a mais absoluta convicção que o departamento de futebol do clube está “correndo atrás da máquina” para que se tenha um Brasil melhor no segundo semestre.

Por enquanto, de concreto apenas a volta do jovem Fabrício, que chegou emprestado pelo Grêmio até o final do ano. Acho muito bom jogador, que pode atuar pela ponta ou como referência no ataque(lugar que eu gosto mais de vê-lo atuar). Fabrício voltou mais forte fisicamente, mais maduro, e, não tenho dúvidas, que evoluído como atleta. Mas não sejamos injustos: não se pode, e nem deve, jogar essa responsabilidade nas costas de um jovem. Por isso, pelas informações que tenho, o Brasil procura mais um atacante experiente, o que acho certo.

Outros nomes ventilados são negociações em andamento, nos quais o clube não confirma: o goleiro Marcelo Pitol, que na serra já fala que a chance de voltar para a Baixada é grande; o meia Peninha, camisa 10 do Brasiliense, que, pelo o que me informei, seria uma alternativa, no mínimo, razoável para o grupo, e que já teria negócio bastante adiantado; o zagueiro Wesley Frazan, do Fluminense, que teve seu nome divulgado ontem, pela imprensa do centro do país; e um que é um namoro antigo: o ótimo zagueiro/volante Reinaldo Dutra, do Ypiranga.

Porém, esta negociação está travada por algumas questões. E uma delas é, ao que parece, o atleta ter mais simpatia do departamento de futebol do que da comissão técnica. Torço para que o negócio ocorra, seria um excelente reforço.

Claro que outros nomes negociam, alguns destes citados podem não fechar, pois todos sabemos do dinamismo do mercado da bola, mas escrevo essas linhas para dizer que tenho certeza que o horizonte que aguarda o Brasil é alvissareiro, e diferente do já visto no estadual. Aguardemos.

MERECE PALPITE

Hoje, as 18h, o Estudiantes recebe o modesto Platense, pela Copa de La Liga, na Argentina. Com odd de 1.70, jogando em casa e contra um adversário fraco, é um bom investimento.

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