Em 2015, quando o Brasil conseguiu a façanha de conquistar o acesso à Série B do Campeonato Brasileiro, não faltavam pessoas creditando o sucesso do trabalho efetuado pelo clube à continuidade. O treinador e muitos atletas eram os mesmos que saíram da Divisão de Acesso em 2013, enfrentaram Série D e Série C.

Em 2017, o Brasil começou a Série B sob comando de Rogério Zimmermann. Com 15 rodadas disputadas e resultados ruins, o profissional foi substituído por Clemer. Após cinco anos e boas campanhas com acessos, Zimmermann, um dos técnicos mais longevos do país, deixou o Xavante. Começou aí um cenário de mudanças que, até então, eram atípicas no Rubro-Negro.

Foto: Carlos Insaurriaga / AI Brasil – Arte: Rede Esportiva

Com Clemer, o Xavante terminou a Série B daquele ano na oitava colocação. No Gauchão de 2018, o treinador fez uma boa campanha e foi vice-campeão. Clemer começou a Série B, mas devido aos maus resultados iniciais foi substituído, na 11ª rodada, pelo interino Gustavo Papa, que comandou a equipe em uma partida. Isso porque, em seguida, chegou o treinador Gilmar Dal Pozzo para dar sequência ao campeonato.

Foto: Jonathan Silva / AI Brasil – Arte: Rede Esportiva

Dal Pozzo não durou muito no comando rubro-negro: foram apenas 12 partidas. Com o time na zona de rebaixamento, Rogério Zimmermann foi chamado novamente para tentar reverter a situação. A Série B 2018 encerrou com o Brasil na 11ª colocação e mais uma saída de treinador.

Foto: AI Brasil – Arte: Rede Esportiva

Foto: AI Brasil – Arte: Rede Esportiva

Zimmermann não se acertou com a direção para o Gauchão de 2019. Então, na mesma ocasião da despedida, foi anunciado Paulo Roberto Santos como comandante da equipe no estadual.

Santos durou menos do que Dal Pozzo. Fez apenas seis partidas. Gustavo Papa foi efetivado como treinador até o fim da fase classificatória do Gauchão.

Foto: AI Brasil – Arte: Rede Esportiva

Para a Série B deste ano, Zimmermann foi outra vez chamado. Até se despedir do clube nesta terça, após oito rodadas de competição. Agora, cabe a Bolívar liderar o grupo xavante e, quem sabe, pôr fim a essa sequência de trocas no comando rubro-negro.

Foto: Jonathan Silva / AI Brasil – Arte: Rede Esportiva

Foto: Victor Lannes / Rede Esportiva

 

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