Diante da pandemia mundial de coronavírus, a economia foi afetada em todos os aspectos, inclusive no futebol. Muitos contratos de jogadores encerraram na data que era definida para o final dos estaduais. Com isso, muitos deles ficaram sem clube e sem uma renda garantida para família. Esse foi o caso do ex-Brasil Daniel Cruz, que estava no Criciúma.

Foto: Victor Lannes

Com a bola parada e o contrato com o Tigre encerrado em abril, aos 29 anos o atacante teve que repensar a carreira e apostar em outra atividade para sustentar a família. O atleta está vendendo pastéis e batata frita em Niterói, no Rio de Janeiro.

“Por causa da pandemia, eu não poderia ficar parado. Tinha que me virar pra levar o sustento pra casa e pagar as contas. Pensei em investir em alguma coisa, coisa simples mesmo, usando a casa do meu pai, e graças a Deus está dando certo. Sou bastante conhecido aqui no bairro, os amigos têm gostado e estão me ajudando”, contou ao site Globo Esporte.

Apesar da nova atividade ter sido uma opção diante do cenário sem futebol, o jogador comentou que pretende seguir no ramo após tudo se normalizar. “O foco é crescer. Não só viver nesse momento de pandemia, mas quando as coisas normalizarem também. Já era um projeto meu no passado investir num mercado e, agora, coloquei em prática”, disse.

Cruz se destacou e foi artilheiro do Campeonato Alagoano em 2015, pelo CRB. A passagem pelo Xavante foi em 2019.

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